21/05/2009

Vidas / Esqueletos / Ausências



os montes prenhes quimicamente adubados, feios tons da sujeira fosfatam
se!
Exagero.
incarnada nas faixas do século, uma eterna criança de pureza fundida por
dentro dos olhos
sons das sementes endoidecidas, afluentes calcinados, subterrâneos bichos
- os que nos devoram por dentro – necessário encarcerá los na masmorra
do desprezo
esmorecer coisas sólidas, sulcá las até ao cerne é trabalho de água!
Mas como?
se as fontes secas.
flor em árvore, fogo, a ave afasta se
tristeza no ventre das meninas, ouvidos da culpa tapados, espermas
futuros passeiam se em concreto – cimento armado oxidado – Entre tudo,
alma em remorsos, as catedrais.
patas de metal redondas, entre os actos, amam se intragáveis.
executem se os devidos alinhamentos.
cansaço nos ossos como tese, a antítese nas bolhas dos pés, uma síntese de
músculos entristecidos.
há um fogo desprendendo se dos crânios humanos.
um fim ou princípio
Aproxima se…

1 comentário:

Maria Muadiê disse...

oi, querido, tudo bem?
Gostaria que vc mandasse seu endereço pra mim, quero mandar pra vc de presente a antologia que faço parte e foi lançada esse ano.
Manda pra meu email.
Um beijo,
Martha