22/01/2007

RAÍZES DA VIDA


O que reserva o futuro à magnífica vida selvagem do grande continente Africano?

Um babuíno-gelada nas montanhas Simen da Etiópia simboliza o conjunto de animais selvagens nascidos em tempos de incerteza,
Salvos por hora, devido ao fim da guerra civil, os babuínos enfrentam
ameaças a longo prazo.

A CORRIDA INTEMPORAL das leoas atrás dos cudus-grandes, no Parque Nacional de Etosha, na Namíbia, pode não ser duradoura.
Menos de 900 leões vivem nestas terras áridas, onde os recursos escassos forçam a competição entre seres humanos e animais, e os agricultores abatem os animais que atacam o gado.

As manadas reunem-se na Primavera durante a migração do Serengeti, quando um milhão e meio de gnus, zebras e gazelas se deslocam ao longo de quilómetros através das planícies da Tanzânia. “ Se mantivermos o seu habitat e protegermos o abastecimento de água, estas manadas ficarão a salvo para a posteridade” , diz o zoólogo Tony Sinclair.
(National Geographic)

A força que o ser humano empenha na sua própria existência, na procura da posteridade, deveria ser extensiva, sem qualquer excepção, às outras espécies.È perigoso caminharmos para a posteridade em desiquilíbrio e
deixarmos a “nossa arrogância” toldar o nosso discernimento.

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